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 Importação para e-commerce: — Como empresas de vendas online podem importar diretamente com segurança

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Empresas que já vendem online por site próprio, marketplaces ou plataformas digitais frequentemente chegam ao mesmo ponto: para melhorar margem, reduzir dependência de fornecedores nacionais e ganhar escala, importar diretamente passa a ser uma decisão estratégica.

 

No entanto, a importação para e-commerce não é uma extensão da venda online. Trata-se de um projeto de comércio exterior, que exige estrutura aduaneira, fiscal, logística e operacional correta desde o início. Sem isso, o risco é gerar perda de margem, retenção de mercadoria, bloqueio em marketplaces e passivo fiscal.

O que significa importar para e-commerce do ponto de vista técnico e fisca
 

Importar para e-commerce significa realizar uma importação formal para revenda no mercado interno, com mercadorias destinadas a:

  • venda direta ao consumidor final (B2C);

  • venda para outras empresas (B2B);

  • operações multicanais (site próprio + marketplaces).

Do ponto de vista legal, e-commerce é comércio, não prestação de serviço. Por isso, não existe importação “simplificada” para revenda. Toda a cadeia precisa ser documentalmente rastreável, desde o fornecedor internacional até a venda final no Brasil.

 -   O canal de venda não altera a responsabilidade do importador

Vender por site próprio, Mercado Livre, Shopee ou qualquer outra plataforma não altera o modelo de importação e não transfere responsabilidade fiscal. O importador continua sendo o CNPJ do e-commerce, responsável por:

 

  • habilitação no RADAR Siscomex;

  • classificação fiscal (NCM);

  • registro da DUIMP ou DI;

  • recolhimento de tributos;

  • emissão das notas fiscais de entrada e saída.

Marketplace é intermediador comercial — não importador.

Estrutura jurídica e fiscal mínima para um e-commerce importar

A correção de NCM é um processo técnico que requer embasamento legal, documentação detalhada e acompanhamento junto à Receita Federal.
Veja as principais etapas realizadas pela Rimera Multimodal:

 -  CNPJ, CNAE e contabilidade preparada para importação

Para importar formalmente, o e-commerce precisa ter CNPJ ativo, CNAE compatível com comércio/revenda e contabilidade preparada para operações de importação. Além disso, é essencial que a empresa possua coerência financeira com o projeto, pois isso impacta diretamente a habilitação no Siscomex.

 

Importar sem estrutura financeira adequada é um dos principais motivos de indeferimento de RADAR e de problemas futuros com a Receita Federal.

 -  Habilitação no RADAR Siscomex (obrigatória)

Para importar formalmente, o e-commerce precisa ter CNPJ ativo, CNAE compatível com comércio/revenda e contabilidade preparada para operações de importação. Além disso, é essencial que a empresa possua coerência financeira com o projeto, pois isso impacta diretamente a habilitação no Siscomex.

 

Importar sem estrutura financeira adequada é um dos principais motivos de indeferimento de RADAR e de problemas futuros com a Receita Federal.

 - Habilitação no RADAR Siscomex (obrigatória)

Sem RADAR Siscomex, nenhuma importação formal pode ocorrer. A habilitação define se a empresa está apta a operar no comércio exterior e em qual volume.

 

Os principais tipos são:

RADAR Expresso

  • RADAR Limitado

  • RADAR Ilimitado

 

A escolha depende de faturamento, capital social, fluxo financeiro e projeção de importações.

Atuação da Rimera: análise do perfil do e-commerce, definição do RADAR adequado e condução técnica de todo o processo de habilitação.

 Planejamento técnico do produto: a etapa mais crítica da importação

 -  Classificação fiscal (NCM) e impacto tributário

A classificação fiscal correta (NCM) é o núcleo da importação. Ela define alíquotas de Imposto de Importação, IPI (quando aplicável), PIS/COFINS-Importação, ICMS e influencia exigências administrativas.

 

Erro de NCM pode gerar reclassificação fiscal, multas e autos de infração, além de comprometer totalmente a margem do e-commerce.

 - Tratamento administrativo e órgãos anuentes

Dependendo do produto, podem existir exigências de Anvisa, Inmetro, Mapa, Ibama ou outros órgãos. Produtos importados sem análise prévia frequentemente ficam retidos ou exigem adequações documentais que geram custos elevados.

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Atuação da Rimera: validação de NCM, análise regulatória e orientação técnica antes da compra internacional.

 Simulado técnico de custos: como definir o custo real antes de vender

Nenhum e-commerce estruturado importa sem simular. O simulado técnico de custos é o que define se a importação é viável ou não antes de qualquer pedido ao fornecedor.

 -  Custos internacionais e Incoterm

Incluem valor da mercadoria, frete internacional, seguro (recomendado) e o Incoterm negociado. O Incoterm define responsabilidades, riscos e custos ao longo da operação

 -  Tributos e custos na importação

O cálculo deve incluir:

 

  • Imposto de Importação (II);

  • IPI (quando aplicável);

  • PIS-Importação;

  • COFINS-Importação;

  • AFRMM (modal marítimo);

  • taxas portuárias/aeroportuárias;

  • armazenagem;

  • honorários de despacho;

  • transporte rodoviário nacional.
     

 - ICMS-Importação: ponto mais sensível do e-commerce

O ICMS-Importação é devido ao estado do domicílio do importador, e não ao estado do porto, operador logístico ou marketplace. O cálculo é “por dentro” e impacta diretamente o custo unitário e o fluxo de caixa.

Atuação da Rimera: simulado técnico gratuito com visão completa de tributos e custos reais da operação.

 Armazenagem, distribuição e venda no Brasil

 -  Custos internacionais e Incoterm

Incluem valor da mercadoria, frete internacional, seguro (recomendado) e o Incoterm negociado. O Incoterm define responsabilidades, riscos e custos ao longo da operação

 -   Estoque, fulfillment e centros de distribuição

Após nacionalizada, a mercadoria se torna estoque nacional. O e-commerce pode operar com estoque próprio, operadores logísticos (3PL), fulfillment ou centros de distribuição de marketplaces.

Remessa para armazenagem não é venda.

 - Venda via site próprio ou marketplace

Independentemente do canal de venda:

 

  • o vendedor é sempre o e-commerce;

  • o marketplace é intermediador;

  • a NF-e de saída deve ser emitida pelo e-commerce;

  • o ICMS é tratado conforme o estado de destino.

Erros técnicos que geram prejuízo e passivo fiscal

Os erros mais comuns em e-commerces iniciantes na importação são:

 

  • importar para “testar mercado”;

  • usar courier para revenda;

  • ajustar impostos após a venda;

  • confundir remessa com venda;

  • ignorar ICMS interestadual.

 

Todos esses erros geram passivo fiscal e risco operacional.

Erros técnicos que geram prejuízo e passivo fiscal

A importação para e-commerce é viável, escalável e amplamente utilizada no Brasil, desde que:

 

  • a estrutura venha antes da venda;

  • os custos sejam conhecidos antes da compra;

  • a logística não gere risco fiscal.

 

 Importar sem planejamento não é estratégia. É risco.

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Se você já vende online e quer começar a importar diretamente com segurança, a Rimera Multimodal atua desde o planejamento até a entrega final.

Solicite um simulado técnico gratuito e valide impostos, custos e viabilidade antes de importar.

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GUIA TÉCNICO —  Importação para E-commerce

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Este guia técnico explica, de forma clara e estruturada, como empresas de e-commerce podem importar diretamente para revenda no Brasil de maneira regular, segura e fiscalmente correta.

O conteúdo aborda desde a habilitação no RADAR Siscomex, classificação fiscal e análise de órgãos anuentes, até o simulado completo de custos, desembaraço aduaneiro, ICMS-Importação, entrada fiscal da mercadoria e distribuição para marketplaces ou site próprio.

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